15.6.10

Uma fotografia por dia... nº 1909



No meio da multidão a nossa identidade perde-se, retomando-se no nosso círculo. Aí deixamos de ser um número para termos um nome. É aí que os afectos se desenvolvem, que os sorrisos se trocam. É aí que ganhamos motivos para vivermos. Tenhamos a noção do que é essencial e foquemos a nossa atenção e empenho nisso.

3 comentários:

Anónimo disse...

Linda imagem...
adoro me perder...
e me achar na multidão...
beijos
LEca

Fatyly disse...

e como devemos trabalhar cada vez mais em prol dos afectos de e para quem nos rodeia!

Isa Maria disse...

tantas vezes me perco na multidão, para loo mais me encontrar. Ser mais um entre tantos, é saboroso. Sem nome, apenas mais um rosto.