O caminho está lá, mas muitas vezes andamos por fora dele. Sabe bem afastarmo-nos, construirmos o nosso trilho... é como se ouvíssemos o Régio a segredar-nos as duas estrofes finais do Cântico Negro... "Não sei para onde vou, Sei que não vou por aí."

5 comentários:
Como quem diz, não sei em quem voto, ams sei que não confio nestes...
os caminhos vão ao lado de nós...traze-los para dentro é que é dificil...porém a alegoria de hoje, "serve-me"...:)
bom dia. b.e.i.j.o.
É um pouco a questão do "dilema". Tem piada,ofercei-me este Natal «Cãntico Negro», da quasi. É a primeira vez que leio poesia.
ainda assim tem alturas k se toma o caminho mais errado kd o certo está à nossa frente,
Por vezes gostariamos de ir, precisamente por onde, supostamente não deveriamos.
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