Um homem resolveu fazer um
teste de paternidade ao seu filho e procurou, para tal, um laboratório privado que oferecia estes exames. O primeiro resultado entregue ao homem afirmava que a criança (então com quatro meses) não era sua filha.
O homem confrontou a mulher, que negou qualquer envolvimento com outra pessoa.
A mulher exigiu um 2º teste, cujo resultado, feito na mesma clínica, confirmou a sua posição, contrariando o anterior.
Mas o casamento, entretanto, acabou em divórcio.
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