Sabemos o que é... não sabemos quem é! Precisamos que um corpo tenha uma face, temos uma necessidade de o nomear, de o reconhecer, de certa forma de o fazer nosso identificando-o. O anonimato não nos completa, antes nos aflige. O vulto é sempre o desconhecido que nos subleva.

8 comentários:
Mas, deixe dizer-lhe,
para o caso,
o que mais importa é a impressão que nos ficou.
O preto e branco são a melhor maneira de fazê-lo.
Cumprimentos meus
Para conhecermos, sim. Contudo, há no vulto difuso a possibilidade de inúmeras histórias que sempre me atrairam. Como o desfolhar de um livro.
E eu que gostava de conhecer todos os rostos que estão por detrás das palavras que leio.
Mas, aprendi (e da pio maneira) que neste mundo da net, teria sido mais prudente se tivesse acautelado a minha privacidade. Agora, depois de tormentas, até a foto está visível. Para me assumir, como sendo quem digo ser.
No entanto, partilho do direito à privacidade. E acreditar que são quem parecem ser. Ou dizem ser.
O mistério de nem tudo revelar, poderá ser interessante, dependendo dos objectivos a atingir. E tem a ver com a postura de cada um.
Eu que só me arrependo do que não faço, se fosse hoje, continuaria mais incógnita. Não pelo mistério que poderia ou não suscitar, mas por uma questão da minha privacidade, que foi invadida, por tanto "me dar".
Coisas da net e de ingenuidades militantes :-)).As minhas , claro.
O desconhecido só me aflige, se não for quem diz ser.
Bj
Há sempre curiosidade!
Nestas coisas da net parece que tudo pode ser verdade ou mentira.
Pouco interessa o que se diz, o que se afirma, fica sempre a incerteza.
Será verdade???
gostei do texto... e da foto...
Um beijinho
Eduarda
made in ♥ love
deixa tar assim q tá mto bem
é pra aquelas que escrevem (pseudónimo) n vá pensar-se q anamar é nome
ó gente!
tenho mau feitio pronto
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