Há quem afirme convictamente que já não consegue viver sem a azáfama da cidade, mas acho que o dizem sob o efeito do anestésico que o turbilhão citadino produz nas pessoas. Somos seres pensantes e não os autómatos que as cidades criam. Há que repensar tudo isto e reconhecermos o que na verdade queremos!

1 comentário:
Eu sou do campo, uma estranha na cidade. Sou de vento em folhas e cheiro de mato molhado com a chuva. Céu estrelado e sinfonia de grilos falantes quando chega a tarde.
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