Lembro-me das horas que passava entretido a ver o meu alfaiate a cortar o tecido e as entretelas com uma destreza impressionante. Antes marcava as peças a giz com o auxílio de uma régua. Depois ponteava esses traços com uns mini cortes misteriosos... e dali a pouco surgia o esboço de mais um fato, como que nascido do nada. Aquilo encantava-me!

6 comentários:
Delicious! Fez-me lembrar "O Alfeiate do Panamá", a dança do giz, esquadro e tecido. adorei!
uma certa nostalgia e meninice :)
Tive uma recaída e, de novo, em casa e de cama...levantei-me só agora, vim até aqui para não me sentir tão só e abandonada. A solidão é terrível nesta fase.
O fim de semana estragou tudo, porque em mim uma recaída era de esperar, mas com a desilusão e mau tempo que apanhei, fui a pique por aí abaixo.
Beijo.
Saudades da era da não globalização ...
Hoje em dia os alfaites já vão rareando. Sinais do progresso e do pronto-a-vestir...
Saudações!
As mão da sabedoria...
Abraços, e vai aparecendo pelos meus lados...
O Turista - http://www.turistar.blogspot.com/
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